quinta-feira, 25 de agosto de 2011

E se tudo for um sonho?

Acordei. Infelizmente acordei. Revirei, virei de ponta cabeça, de bruços, de lado, sem travesseiro, com travesseiro, mordi travesseiro, contei carneirinho, tomei chá de camomila. É, apelei. Mas nada suficientemente capaz de me trazer de volta o sono. A verdade é que acordei de um daqueles sonhos que dariam ótimo assunto de teatro, de filme, de poesia, com direito a eu-lírico, a ela-lírico e a nós-líricos a aproveitarmos o lirismo das horas do onírico. E todo esse blá blá blá poético de quinta categoria é só pra dizer que são momentos como esses que me fazem desejar um dia de 48 horas. Daí eu poderia dormir 40 delas – aproveitar o sonho, obviamente – e ficar acordado as outras 8 pra resolver algumas pendências estudantis ou dar um pulo na universidade (e sonhar) vez e outra. É que o mundo dos sonhos me pareceu algo tão mágico essa noite que agora eu só quero sonhar e sonhar e viver sonhando. E foi este justamente o resumo do meu dia: sonhar. Entrou hora, saiu hora, e aquilo não me saiu da cabeça um segundo sequer, tamanha a sua magnitude e o seu impacto causado neste pobre cidadão bobo que vos fala. Agora, neste exato momento em que escrevo, já é noite e a hora de dormir se aproxima. No entanto, outros pensamentos me surgem e desmoronam toda essa minha atração pelo onírico. Afinal, de que valem os sonhos se eu tenho toda uma realidade para fazê-los acontecerem? Eu tenho um bom motivo pra acordar.

domingo, 19 de junho de 2011

All everybody needs is love



I keep in a secret also, but at least I want the whole world to know someday ,because there's nothing beautiful like to like someone. And I don't care what they'll think, I don't care what they'll say. All I most want is for she to know that I care and this day is coming. I feel it.

sábado, 4 de junho de 2011

Essa pele morena

É uma pele morena que me excita a retina e que me põe insensato. Que me desconcentra, que me desconcerta, que me tira o sono e que se põe esbelta. É uma pele morena, curvilínea e delgada, que se inventa e me descobre em toda a minha complexidade. É uma pele morena que sorri e me encanta, que aos outros fala e me perde em sua rouquidão suave e magnífica. É uma pele morena que passa, que olha, que finge o contrário e que foge ao contrário, sempre ao meu contrário e que me contraria. Vem, pele morena. Vem ver o sol nascer, vem caminhar comigo. Dê-me a mão. Vem ver o pôr-do-sol, vem sonhar de olhos abertos. Vamos quebrar todos os estereótipos, largar o ofício e viver e morrer de amores. Não é preciso dizer nada, apenas acredite. Sem nenhuma invenção, o nosso amor vai ser assim. Viverei por você e espero que o faça por mim. Deixa eu ser o seu Romeu, o seu Orfeu, o seu Tristão e me sorria aquele sorriso indecifrável. Minha Monalisa, vem ser feliz comigo um dia...