
Existe um recurso muito utilizado em alguns filmes que consiste em relativa paralisação da cena atual e cumina em um retorno ao passado para posterior apresentação de fatos que outrora ocorreram.
Por vezes imagino como seria se tal efeito fosse utilizado em vida real. Seria interessante ter o "poder" de tentar reparar um possível erro ou otimizar um suposto triunfo. Quantas palavras seriam mudadas, quantas rotas seriam evitadas, quantas companhias haveriam de ter sido cortadas no momento de um "oi, qual o seu nome?"!
"Você não pode brincar de Deus!"; já dizia o pai do Evan, de Efeito Borboleta, que se baseia em uma teoria que supõe que o curso natural das coisas pode naturalmente ser influenciado pelo simples batimento das asas de uma borboleta. É a teoria do caos, nome preferido pelos físicos. Quem nunca parou para pensar que os caixas nos supermercados só travam quando estamos na fila ? Ou que a fila só pára quando estamos atrasados ? Ou quem nunca questionou o fato de nada na vida dar certo ?( com o perdão do exagero) Há até quem questione a existência de vida. Seria legal voltar ao passado com a consciência do futuro. Às vezes conhecemos pessoas que as julgamos únicas e não nos damos conta de outras pessoas que estão a nossa volta e que também podem ser únicas. Damos atenção a quem supostamente merece e não damos ou pouco damos a quem pouco conhecemos, por simples capricho do momento. "Se eu estou bem, não importa o futuro." Desconhecemos a hipótese de um dia o momento acabar. E muitas vezes isso é mais rápido do que se espera. As pessoas, outrora importantes, desaparecem, enquanto as outras, supostamente menos importantes, são as que mais aparecem e ainda dizem: "no semestre que vem, vou procurar ser mais presente." É feliz e triste. Feliz por saber que os erros foram reparados e , hoje, quem supostamente merecia menos é quem mais merecia. Triste por admitir que erramos ao subestimar a capacidade das pessoas de irem embora.
Quão complicada seria essa vida se tudo fosse como a gente queria. Não se pode brincar de Deus. Mas se pode fazer de tudo, de aprazível ou de desconfortante, um interessante filme. Ou dois filmes. Cômico, trama, terror. Não importam o nível de aceitação e as críticas. Nossa plateia seremos apenas eu e vocês...
...e viveremos em câmera lenta o grito da liberdade ao cinema parado no tempo.
"Você não pode brincar de Deus!"; já dizia o pai do Evan, de Efeito Borboleta, que se baseia em uma teoria que supõe que o curso natural das coisas pode naturalmente ser influenciado pelo simples batimento das asas de uma borboleta. É a teoria do caos, nome preferido pelos físicos. Quem nunca parou para pensar que os caixas nos supermercados só travam quando estamos na fila ? Ou que a fila só pára quando estamos atrasados ? Ou quem nunca questionou o fato de nada na vida dar certo ?( com o perdão do exagero) Há até quem questione a existência de vida. Seria legal voltar ao passado com a consciência do futuro. Às vezes conhecemos pessoas que as julgamos únicas e não nos damos conta de outras pessoas que estão a nossa volta e que também podem ser únicas. Damos atenção a quem supostamente merece e não damos ou pouco damos a quem pouco conhecemos, por simples capricho do momento. "Se eu estou bem, não importa o futuro." Desconhecemos a hipótese de um dia o momento acabar. E muitas vezes isso é mais rápido do que se espera. As pessoas, outrora importantes, desaparecem, enquanto as outras, supostamente menos importantes, são as que mais aparecem e ainda dizem: "no semestre que vem, vou procurar ser mais presente." É feliz e triste. Feliz por saber que os erros foram reparados e , hoje, quem supostamente merecia menos é quem mais merecia. Triste por admitir que erramos ao subestimar a capacidade das pessoas de irem embora.
Quão complicada seria essa vida se tudo fosse como a gente queria. Não se pode brincar de Deus. Mas se pode fazer de tudo, de aprazível ou de desconfortante, um interessante filme. Ou dois filmes. Cômico, trama, terror. Não importam o nível de aceitação e as críticas. Nossa plateia seremos apenas eu e vocês...
...e viveremos em câmera lenta o grito da liberdade ao cinema parado no tempo.
Um comentário:
gostei desse tbm.Acho qu quando tá tudo mutio certinho é pq tem alguma coisa errada...a vida pode ser um filme de terror ou talvez um musical né?rsrsrsrsr
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